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	<title>Revista Vericia &#187; Indústria</title>
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	<description>Revista Vericia</description>
	<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 17:22:13 +0000</pubDate>
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		<title>Setor de imóveis troca estande pelo mouse</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 14:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cristina</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>

		<category><![CDATA[Mercado Imobiliário]]></category>

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Há um ano, a gerente comercial Daniela Camarinha, de 35 anos, não aguentava mais procurar apartamento. Com um filho recém-nascido e um marido cujo tempo livre era difícil de conciliar com o seu, ela se viu obrigada a procurar uma solução alternativa para encontrar um novo lar para a família. Decidiu iniciar a compra do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="mso-no-proof: no;"><span style="font-size: small;"></span></span></div>
<p><span style="mso-no-proof: no;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Há um ano, a gerente comercial Daniela Camarinha, de 35 anos, não aguentava mais procurar apartamento. Com um filho recém-nascido e um marido cujo tempo livre era difícil de conciliar com o seu, ela se viu obrigada a procurar uma solução alternativa para encontrar um novo lar para a família. Decidiu iniciar a compra do imóvel pela internet. &#8220;Eu já conhecia a marca Tecnisa, descobri que eles tinham um site bastante completo, que permitia visualizar com detalhes o estágio das obras, e me senti segura para comprar&#8221;, diz Daniela, que escolheu um apartamento em Moema, de cerca de R$ 550 mil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Todo o processo, que durou cerca de dez dias, foi encaminhado on-line, com direito a tira-dúvidas em tempo real, altas horas da noite. Por meio de chat e e-mail, Daniela e o marido elucidaram desde questões básicas, como os serviços oferecidos, até a documentação necessária e as formas de pagamento. Mesmo a contraproposta do marido, que preferia quitar o imóvel em pouquíssimas parcelas, foi aceita on-line. Até a assinatura no cartório, só uma visita foi feita ao empreendimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">O mercado imobiliário está cada dia mais disposto a fisgar compradores que estejam ao alcance do mouse, como Daniela. Principalmente neste momento de crise econômica, as incorporadoras vêem na internet a chance de diminuir os custos de venda. &#8220;Vender pela internet custa 70% menos do que no &#8216;mundo real&#8217;&#8221;, afirma Romeo Busarello, diretor de marketing da Tecnisa. Os principais ganhos são no custo do estande e dos telefones à disposição dos corretores.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">A Tecnisa é uma das construtoras mais adiantadas em venda on-line, que hoje representa mais de um quarto (27%) das suas vendas totais. No acumulado de 2008, até 30 de novembro, 480 apartamentos tiveram sua compra encaminhada via internet. A expectativa é de que 30% das aquisições em 2009 tenham início a partir do site da empresa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Hoje, a equipe on-line da Tecnisa soma 52 corretores, que atendem 24 horas por dia. Há seis anos, quando o site foi lançado, eram apenas dois vendedores. &#8220;Quando está em obra, o empreendimento não tem estande, o que faz o consumidor perder o interesse em visitar o local. Nesses casos, a tecnologia torna-se uma ferramenta bem mais eficaz para atraí-lo&#8221;, diz Busarello.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Não por acaso, a internet vai receber mais investimentos de marketing em 2009. &#8220;Vamos redirecionar nossas verbas: dos atuais 20%, a propaganda on-line passará a receber 24% do orçamento total, enquanto o jornal, que concentra 45% dos recursos, deve ficar com 42%&#8221;, diz Busarello. Ao todo, a previsão é de que o investimento em marketing da Tecnisa em 2009 vai somar R$ 30 milhões, mesmo patamar de 2008.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Outra grande incorporadora, a Rossi, pretende manter neste ano o mesmo patamar de investimentos em marketing de 2008, cujo valor não é revelado. A verba investida destinada aos links patrocinados, porém, vai dobrar. Os links são anúncios que aparecem ao lado dos resultados das buscas dos usuários de internet. &#8220;Trata-se de uma ferramenta que oferece grande retorno&#8221;, diz Viviane Cukiero, gerente de marketing institucional. Atualmente, a Rossi patrocina cerca de 90 mil palavras em links dos portais de busca Google e Yahoo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Na opinião do diretor de vendas da Rossi, Klaus Monteiro, o melhor é que a web permite filtrar o interesse do cliente. &#8220;O tempo para que ele se decida sobre a compra cai para um terço, uma vez que o consumidor não precisa visitar todos os empreendimentos&#8221;, diz o executivo, que mantém 50 corretores - o equivalente a um quinto da sua equipe de vendas - exclusivamente para o atendimento on-line. Hoje, são 120 mil acessos ao mês.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Em 2009, a projeção é de que o número total de corretores vai subir de 250 para 350, sendo que 120 desses profissionais estarão voltados para as vendas on-line. &#8220;No ano passado, cerca de 20% dos imóveis vendidos tiveram sua aquisição encaminhada pela web e a nossa expectativa é de que, em 2009, esse índice atinja 30%&#8221;, afirma Monteiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Na Cyrela, a venda iniciada pela internet representou cerca de 12% das vendas globais da incorporadora no ano passado. &#8220;Em 2009, esse total deve ficar entre 15% e 20%&#8221;, diz Ubirajara Spessotto, diretor geral da Cyrela. Em relação à verba de marketing, o executivo avalia que a web permite uma medição de retorno sobre investimentos (ROI, na sigla em inglês) melhor do que as mídias tradicionais. Isso porque é possível saber com precisão quais caminhos o consumidor trilhou até chegar ao site da incorporadora, algo mais difícil de descobrir em relação a quem chega ao estande.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">&#8220;Para nós, em 2009, não é a audiência que vai determinar os investimentos em mídia, e sim os hábitos do público-alvo, algo que pode ser acompanhado com eficiência pela internet&#8221;, diz Spessotto. Ele também reforça a aposta em mídias alternativas, como espaços em academias de ginástica e restaurantes próximos dos projetos da Cyrela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Dos atuais 280 clientes da NetCallCenter-Orbium - fornecedora de software de gestão de relacionamento com o consumidor -, mais de 30 são do mercado imobiliário, que despontou nos últimos dois anos como um dos principais setores atendidos pela empresa de tecnologia. &#8220;As incorporadoras vêm percebendo que o velho modelo do corretor sentado no estande, à espera dos clientes, é pouco produtivo&#8221;, afirma Marcelo Amorim, presidente da NetCallCenter-Orbium. Hoje, o consumidor quer resolver boa parte da sua vida on-line, para ganhar tempo, diz ele. &#8220;Se uma ferramenta permite visualizar, pelo computador, o quarto em três dimensões para saber se cabe a cama do filho, por exemplo, por que o consumidor rodaria de estande em estande para conferir essa informação?&#8221;, questiona.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Amorim, que tem a construtora Even entre os clientes do setor de imóveis, lembra que o rápido avanço das conexões em banda larga nos lares brasileiros tem incentivado as incorporadoras a tornar sua abordagem on-line mais sofisticada. &#8220;Os consumidores podem conversar com o corretor virtual, tirar dúvidas por meio de chats ou videoatendimento&#8221;, diz o executivo. Dessa forma, conclui, só visita o estande quem está realmente disposto a comprar. &#8220;A incorporadora não gasta tempo e dinheiro com quem não está interessado&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-no-proof: no;">Daniele Madureira, de São Paulo </span></p>
<p><font face="Times New Roman"><font style="font-size: 11pt; mso-no-proof: no;" face="Arial"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Artigo publicado no Valor online em 05/janeiro/2009</span></p>
<p></font><span style="mso-no-proof: no;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<div><span style="mso-no-proof: no;"></span></div>
<p></span></span></span></font></span><font face="Times New Roman"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-no-proof: no;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"></p>
<div><span style="mso-no-proof: no;"></span></div>
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<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-no-proof: no;"><span style="font-size: small;">  </p>
<p><span style="mso-no-proof: no;"><font style="font-size: small;" size="3"><span style="mso-no-proof: no;"><font style="font-size: small;" size="3"> </p>
<p></font></span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></span><span style="mso-no-proof: no;"><font style="font-size: small;" size="3"><span style="mso-no-proof: no;"> </p>
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<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
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<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
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<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
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		<title>Consciência mais verde</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 19:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>

		<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de janeiro, a Caixa Econômica Federal passará a exigir comprovação do uso de madeira certificada por parte das construtoras e empresas do segmento imobiliário para conceder financiamento de obras. A medida faz parte de um acordo de cooperação entre o banco, o Ministério do Meio Ambiente e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://revista.vericia.com/wp-content/uploads/2008/10/imagem-07_10-i.jpg"><img class="size-medium wp-image-189 alignleft" title="imagem-07_10-i" src="http://revista.vericia.com/wp-content/uploads/2008/10/imagem-07_10-i-300x200.jpg" alt="" width="270" height="180" /></a>A partir de janeiro, a Caixa Econômica Federal passará a exigir comprovação do uso de madeira certificada por parte das construtoras e empresas do segmento imobiliário para conceder financiamento de obras. A medida faz parte de um acordo de cooperação entre o banco, o Ministério do Meio Ambiente e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), assinado em 30 de setembro.<br />
A Caixa vai exigir que as construtoras apresentem até o final da obra o DOF (Documento de Origem Florestal) das madeiras nativas utilizadas e uma declaração contendo as espécies, quantidades e destino final das madeiras na obra. O DOF é gerado pelo Ibama e pode ser obtido no site da instituição - <a href="http://www.ibama.gov.br" target="_blank">www.ibama.gov.br</a> .</p>
<p>“A exigência do documento permitirá que as madeiras utilizadas sejam oriundas de florestas nativas com planos de manejo florestal, ou com autorização de desmatamento - devidamente licenciadas pelo órgão ambiental competente, ou de florestas plantadas, com planos de manejo florestal licenciados”, explica a presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho.<br />
A partir de janeiro, o banco vai incluir cláusula nos contratos que torna obrigatória a apresentação desses documentos e, em caso de possíveis irregularidades, caberá ao Ibama aplicar as penalidades.</p>
<p>“Destacamos a importância do engajamento das construtoras e estabelecimentos que comercializam madeiras nesta iniciativa, para que se tornem fortes aliados no compromisso da preservação ambiental ao utilizar madeiras com origem legal, inibindo o uso de madeiras oriundas de desmatamentos ilegais”, afirmou Maria Fernanda. De acordo com a presidente da CEF, 83% da madeira utilizada em construções financiadas pela Caixa são provenientes da Floresta Amazônica, dos estados do Mato Grosso, Rondônia e Pará. O governo financiou cerca de 15,5 bilhões para 350 mil novas habitações e, portanto, “o acordo significa um passo importantíssimo para uma política de sustentabilidade”. Ela se diz empolgada por presidir uma Instituição que participa de um projeto dessa magnitude.</p>
<p>O ministro Carlos Minc, disse que o acordo é uma ação importante para a sustentabilidade no uso da madeira e que outras 12 medidas estão sendo adotadas para conter o desmatamento ilegal, entre elas, aumento na fiscalização e a criação do Fundo Amazônia. “O DOF - Olho Eletrônico - possibilitou a realização desse acordo e agora vamos integrá-lo a todos os estados da federação”, assegura o ministro.</p>
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		<title>Mais imóveis e menos moradores</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 21:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>

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		<description><![CDATA[A família brasileira, a cada dia, vem deixando de ser numerosa. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta redução no número de domicílios com quatro ou mais moradores.
As Regiões Sul e Centro-Oeste mostraram que, apesar da concentração de lares com dois, três [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="text-align: justify;"><a href="http://revista.vericia.com/wp-content/uploads/2008/09/imagem-18_091.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-146" title="imagem-18_091" src="http://revista.vericia.com/wp-content/uploads/2008/09/imagem-18_091.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a>A família brasileira, a cada dia, vem deixando de ser numerosa. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta redução no número de domicílios com quatro ou mais moradores.<br />
As Regiões Sul e Centro-Oeste mostraram que, apesar da concentração de lares com dois, três e quatro pessoas, os domicílios com apenas um morador registraram crescimento. Na Região Sul, o aumento foi de 1 ponto percentual, o que resultou em 1.094 mil domicílios. No Centro-Oeste o aumento foi de 1,7 ponto percentual, chegando a 540 mil residências.<br />
A Pnad revela que somente a Região Norte não seguiu essa tendência, mantendo o percentual de domicílios com seis moradores e elevando o índice de lares com cinco e com sete pessoas. A Região Norte manteve o número médio de moradores por domicílio particular praticamente, estável em relação a 2006. A pesquisa apontou uma ligeira redução de 4,0 para 3,9 moradores por casa.<br />
As Regiões Nordeste e Sudeste também mantiveram o número médio de moradores. O Sul e o Centro-Oeste apresentaram ligeira queda de 0,1 ponto percentual no número médio de moradores. No Sul, a média registrada foi de 3,1 e no Centro-Oeste, de 3,2 pessoas por domicílio.<br />
A pesquisa indica ainda que o número de domicílios particulares permanentes, em 2007, alcançou cerca de 56,3 milhões de unidades, aproximadamente 1,7 milhão a mais que o registrado em 2006. De acordo com a Pnad, houve um aumento na quantidade de casas próprias de 0,7 ponto percentual.<br />
O percentual de domicílios próprios quitados também cresceu e chegou a 69,8% do total. Essa expansão atingiu todas as regiões, com maior destaque para o Sudeste, que apresentou um aumento de 664 mil no total de residências. Em termos percentuais, a Região Norte apresentou o maior crescimento de imóveis quitados: 2,8 pontos percentuais em relação a 2006. O Norte também apresentou a maior parcela de domicílios próprios quitados: 77,9%.</p>
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