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Vossa Santidade e as tendências

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O papa Bento XVI calça sapatos Prada e recebe as chaves de um Volvo XC90 V8: sinais do desprendimento material?

O papa Bento XVI afirmou hoje que a crise financeira global mostra que a fé em Deus é o melhor caminho, ao invés de as pessoas passarem a vida buscando riquezas materiais. “Vemos agora, no colapso dos grandes bancos, que o dinheiro desaparece, ele não é nada” - disse o pontífice.
O tumulto financeiro nos EUA é o pior desde a Crise de 1929, na Bolsa de Valores de Nova Iorque, gerando prejuízos bilionários e a quebra de grandes instituições bancárias, antes consideradas inatingíveis.
Bento XVI utilizou uma metáfora bíblica ao declarar que, as pessoas que ignoram o mundo de Deus almejando riquezas materiais constroem suas casas sobre areia, em vez de uma base sólida de fé. Acredita-se que ele tenha feito uma leve referência ao colapso do mercado imobiliário norte-americano, ponto de partida da crise. “Quem constrói sua vida sobre essa realidade, sobre as coisas materiais, efetivamente constrói sua casa sobre areia. Somente o mundo de Deus é a base de toda realidade”, disse.
Aliás, falando em dinheiro e riqueza material, esse mesmo papa só usa óculos escuros da grife italiana Gucci e só calça sapatos em couro vermelho Prada, bem diferentemente de Jesus Cristo.

Glória a Deus!

Boas notícias para financiamento habitacional

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Segundo o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, “ainda tem muita gente que não pode financiar um imóvel”, e por isso, o governo deve anunciar nos próximos dias, novas medidas para facilitar ainda mais o financiamento imobiliário. Na opinião do ministro, o Brasil tem um sistema imobiliário “completamente diferente” do norte-americano e os bancos brasileiros “têm muita capacidade de investir e financiar”, além de existir demanda. O que precisamos é compatibilizar os juros, as prestações e condições de financiamento com a renda das pessoas, “em especial, das famílias de menor poder aquisitivo”, complementou Paulo Bernardo.
O financiamento imobiliário no Brasil tem crescido “de forma sustentável, saudável” e alimentado a indústria de material de construção. “É uma coisa positiva, que tem que ser mantida”, enfatizou o ministro.
No Brasil, o setor funciona de forma diferente, com foco maior nos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que têm regras próprias para a concessão de créditos para a aquisição de imóveis. Por causa disso e em razão da grande demanda por casa própria, o aumento dos níveis de empregos e da renda familiar estimulou a recuperação do mercado de imóveis, com crescimento constante nos últimos quatro anos, de acordo com relatório da Companhia Brasileira da Indústria de Construção (CBIC).
“O que aconteceu no mercado americano foi que primeiro os imóveis se valorizaram excessivamente. Depois houve um movimento muito grande para financiar e refinanciar. Então, quando veio o problema, verificou-se que o sistema estava todo bichado”.
Ao contrário do que vem acontecendo na terra do Tio Sam, números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que o setor imobiliário no Brasil cresceu 92,5%, de janeiro a agosto, em relação ao mesmo período do ano passado, graças ao ritmo acelerado de contratações.
Até o fim de agosto deste ano, as operações com dinheiro das cadernetas de poupança para financiar 197.820 moradias somaram R$ 19,876 bilhões. A expectativa da Abecip é de que o volume de recursos chegue a R$ 30 bilhões no final do ano, e o número de unidades financiadas alcance 300 mil, superando o recorde de 1981, quando foram financiados 267 mil imóveis.
Os financiamentos da Caixa Econômica Federal com recursos do FGTS já ultrapassaram 335 mil unidades até agora, com destaque para o crescimento de aquisições pelas populações de menor renda. De acordo com as estatísticas da Caixa, a faixa de renda familiar até cinco salários mínimos responde por quase metade (48%) das operações de crédito imobiliário. A Caixa deve divulgar os números de setembro na próxima semana.

Não deixe de ir ao Salão!

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A Patrimóvel de Rubem Vasconcelos: preocupada com os negócios e com o futuro do Rio de Janeiro.

A Patrimóvel de Rubem Vasconcelos: preocupada com os negócios e com o futuro do Rio de Janeiro.

O mercado imobiliário no Brasil vive um período positivo e num crescimento econômico notável nos últimos meses, a população tem poder de compra maior e está mais próxima de concretizar o sonho da casa própria. Pensando nesta demanda e em novas oportunidades, duas das principais cidades brasileiras promovem no segundo semestre, dois eventos voltados para os negócios imobiliários.

Começou hoje no Rio de Janeiro, o Salão do Imóvel 2008, idealizado por Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel. O evento vai oferecer casas e apartamentos com preços a partir de R$130 mil e a expectativa é fechar R$ 200 milhões em negócios. Além da oferta de 25 mil imóveis à venda, distribuídos em todos os bairros do Rio, Região Metropolitana, como Niterói, São Gonçalo e Baixada Fluminense, pelas maiores construtoras e incorporadoras do país, debates sobre a qualidade de vida, o futuro das cidades e meio ambiente marcaram a abertura do Salão. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, a ministra chefe da Casa Cívil, Dilma Rousseff, o ministro dos Esporte, Orlando Silva e o secretário municipal de Urbanismo, Augusto Ivan de Freitas Pinheiro promoveram um seminário com o tema “Rio 2018: As Grandes Oportunidades que Poderão Transformar o Estado nos Próximos 10 anos”.

O Salão do Imóvel ocorrerá no Pavilhão 4 do Riocentro, na Avenida Salvador Allende, em Jacarepaguá, nos dias 21, 22, 23, 24, 28, 29, 30 e 31 de agosto e vai funcionar quintas e sextas, de 14 às 21h, e sábados e domingos, de 10h às 21h. A entrada é franca.

A cidade de São Paulo promove entre os dias 25 e 28 de setembro, o Salão Imobiliário de São Paulo (SISP), uma iniciativa da Reed Exhibitions Alcantara Machado (realizadora do SIMA - Salón Inmobiliario Madri) e SECOVI-SP. O Pavilhão de Exposições do Anhembi vai receber 180 expositores, numa área de 35.000m² e a estimativa é que 50 mil visitantes passem pelo Salão. Empresas nacionais e internacionais de móveis, decoração, paisagismo, imóveis turísticos, entre outras estarão presentes, interessados em realizar grandes negócios. De acordo com Henrique Teixeira, Marketing da Klabin Segall, “O evento é uma vitrine. As empresas que têm porte e estão em fase de expansão devem comparecer”.
A terceira edição do SISP vai funcionar na quinta e sexta, das 12h às 21h e no sábado e domingo, das 10h às 21h.