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Buscas por imóveis na web já superam classificados de jornais, diz Ibope

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A web tem roubado espaço não apenas do noticiário dos jornais impressos. Ela agora começa a invadir também uma outra área, tão ou mais sensível para as grandes empresas jornalísticas: a dos anúncios classificados para a venda de imóveis.
Pesquisa feita pelo Ibope sobre as “Tendências imobiliárias na cidade de São Paulo” revela que as buscas feitas na web por pessoas que estão à procura de imóvel já superam a de anúncios classificados. Para a pesquisa, foram ouvidas 2.395 pessoas das classes A, B e C, representativas da população que busca um imóvel para comprar, segundo o diretor de inteligência de mercado do Ibope Inteligência, Marcelo Coutinho.
Ele foi um dos palestrantes nesta quinta-feira, 19, no Web Expo Forum, promovido pelas revistas TI INSIDE, TELETIME E TELA VIVA. De acordo com a pesquisa, hoje 49% da população geral usam a internet para procurar imóvel na capital paulista, contra 44% daqueles que recorrem aos anúncios classificados nos jornais.
Em outra pesquisa, feita com os chamados “heavy users”, internautas que usam intensamente seus PCs para acessar a rede mundial, o Ibope verificou que as opiniões de consumidores em sites de lojas, blogs e em redes socais já impactaram ou ultrapassaram os anúncios na TV.
A pesquisa perguntou a 600 heavy users o que eles consideravam importante antes da decisão de compra de um produto. O resultado é que 37% disseram levar em conta a opinião de consumidores em sites de lojas, 33%, as observações feitas em blogs, e 19%, as opiniões de usuários de redes sociais. Os anúncios na TV foram citados por 19% dos internautas.

Postado por Joel Francischetti, 19 de março de 2009
Publicado no Blog Gestão Imobiliária
http://gestor-imobiliario.blogspot.com/2009/03/buscas-por-imoveis-na-web-ja-superam.html

Boas notícias para financiamento habitacional

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Segundo o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, “ainda tem muita gente que não pode financiar um imóvel”, e por isso, o governo deve anunciar nos próximos dias, novas medidas para facilitar ainda mais o financiamento imobiliário. Na opinião do ministro, o Brasil tem um sistema imobiliário “completamente diferente” do norte-americano e os bancos brasileiros “têm muita capacidade de investir e financiar”, além de existir demanda. O que precisamos é compatibilizar os juros, as prestações e condições de financiamento com a renda das pessoas, “em especial, das famílias de menor poder aquisitivo”, complementou Paulo Bernardo.
O financiamento imobiliário no Brasil tem crescido “de forma sustentável, saudável” e alimentado a indústria de material de construção. “É uma coisa positiva, que tem que ser mantida”, enfatizou o ministro.
No Brasil, o setor funciona de forma diferente, com foco maior nos financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que têm regras próprias para a concessão de créditos para a aquisição de imóveis. Por causa disso e em razão da grande demanda por casa própria, o aumento dos níveis de empregos e da renda familiar estimulou a recuperação do mercado de imóveis, com crescimento constante nos últimos quatro anos, de acordo com relatório da Companhia Brasileira da Indústria de Construção (CBIC).
“O que aconteceu no mercado americano foi que primeiro os imóveis se valorizaram excessivamente. Depois houve um movimento muito grande para financiar e refinanciar. Então, quando veio o problema, verificou-se que o sistema estava todo bichado”.
Ao contrário do que vem acontecendo na terra do Tio Sam, números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que o setor imobiliário no Brasil cresceu 92,5%, de janeiro a agosto, em relação ao mesmo período do ano passado, graças ao ritmo acelerado de contratações.
Até o fim de agosto deste ano, as operações com dinheiro das cadernetas de poupança para financiar 197.820 moradias somaram R$ 19,876 bilhões. A expectativa da Abecip é de que o volume de recursos chegue a R$ 30 bilhões no final do ano, e o número de unidades financiadas alcance 300 mil, superando o recorde de 1981, quando foram financiados 267 mil imóveis.
Os financiamentos da Caixa Econômica Federal com recursos do FGTS já ultrapassaram 335 mil unidades até agora, com destaque para o crescimento de aquisições pelas populações de menor renda. De acordo com as estatísticas da Caixa, a faixa de renda familiar até cinco salários mínimos responde por quase metade (48%) das operações de crédito imobiliário. A Caixa deve divulgar os números de setembro na próxima semana.

Não deixe de ir ao Salão!

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A Patrimóvel de Rubem Vasconcelos: preocupada com os negócios e com o futuro do Rio de Janeiro.

A Patrimóvel de Rubem Vasconcelos: preocupada com os negócios e com o futuro do Rio de Janeiro.

O mercado imobiliário no Brasil vive um período positivo e num crescimento econômico notável nos últimos meses, a população tem poder de compra maior e está mais próxima de concretizar o sonho da casa própria. Pensando nesta demanda e em novas oportunidades, duas das principais cidades brasileiras promovem no segundo semestre, dois eventos voltados para os negócios imobiliários.

Começou hoje no Rio de Janeiro, o Salão do Imóvel 2008, idealizado por Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel. O evento vai oferecer casas e apartamentos com preços a partir de R$130 mil e a expectativa é fechar R$ 200 milhões em negócios. Além da oferta de 25 mil imóveis à venda, distribuídos em todos os bairros do Rio, Região Metropolitana, como Niterói, São Gonçalo e Baixada Fluminense, pelas maiores construtoras e incorporadoras do país, debates sobre a qualidade de vida, o futuro das cidades e meio ambiente marcaram a abertura do Salão. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, a ministra chefe da Casa Cívil, Dilma Rousseff, o ministro dos Esporte, Orlando Silva e o secretário municipal de Urbanismo, Augusto Ivan de Freitas Pinheiro promoveram um seminário com o tema “Rio 2018: As Grandes Oportunidades que Poderão Transformar o Estado nos Próximos 10 anos”.

O Salão do Imóvel ocorrerá no Pavilhão 4 do Riocentro, na Avenida Salvador Allende, em Jacarepaguá, nos dias 21, 22, 23, 24, 28, 29, 30 e 31 de agosto e vai funcionar quintas e sextas, de 14 às 21h, e sábados e domingos, de 10h às 21h. A entrada é franca.

A cidade de São Paulo promove entre os dias 25 e 28 de setembro, o Salão Imobiliário de São Paulo (SISP), uma iniciativa da Reed Exhibitions Alcantara Machado (realizadora do SIMA - Salón Inmobiliario Madri) e SECOVI-SP. O Pavilhão de Exposições do Anhembi vai receber 180 expositores, numa área de 35.000m² e a estimativa é que 50 mil visitantes passem pelo Salão. Empresas nacionais e internacionais de móveis, decoração, paisagismo, imóveis turísticos, entre outras estarão presentes, interessados em realizar grandes negócios. De acordo com Henrique Teixeira, Marketing da Klabin Segall, “O evento é uma vitrine. As empresas que têm porte e estão em fase de expansão devem comparecer”.
A terceira edição do SISP vai funcionar na quinta e sexta, das 12h às 21h e no sábado e domingo, das 10h às 21h.